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Novo Pensando em Tradução
Um blog dedicado aos percalços da tradução, servindo como um forum para tradutores e uma fonte de informações e esclarescimentos para clientes de tradução

Livros traduzidos pela Five-Star:

Livro dos Livros

Death is a Festival

Bahia Tatuagens/Tattoos
 

A Quietude da Terra

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Versões para o inglês com qualidade internacional

A Five-Star é uma micro-empresa de comunicação internacional liderada por

  H. Sabrina Gledhill

Brasilianista, Pesquisadora, Tradutora e Escritora
Doutora em Estudos Étnicos e Africanos (2014), Mestre em Estudos Latino-Americanos (1986) e Bacharel em Letras Inglesas com a mais alta distinção e louvor - Summa cum Laude e Phi Beta Kappa (1982)  pela UCLA. Sócia efetiva do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia - IGHB. Currículo Lattes
: lattes.cnpq.br/3460814525918219 


COMEMORANDO 20+ ANOS DE PARCERIA COM
A ORGANIZAÇÃO ODEBRECHT


Obarayi - Babalorixá Balbino Daniel de Paula

PALESTRAS PARA ESTUDANTES E TURISTAS INTERNACIONAIS

 Resgatando a Vida e a Obra de Manuel Querino

 Website do Cemitério dos Ingleses na Bahia
[ acesse o blog do projeto ]

Livros premiados no Brasil e nos EUA


Os seguintes Clientes conhecem e reconhecem a qualidade dos serviços da
Five-Star International Communications:

Brasil

  • Associação Brasileira da Indústria de Alcalis e Cloro Derivados - ABICLOR, São Paulo-SP
  • Associação Cultural Brasil-Estados Unidos - ACBEU, Salvador-BA 
  • Bahiatursa, Salvador-BA 
  • Bienal Brasil 500 Anos, São Paulo-SP
  • BJ Câmera Filmes e Tapes Ltda.-BA
  • Brazilian Journal of Infectious Diseases - BJID, Salvador-BA
  • CETREL - Empresa Ambiental, Camaçari-BA
  • Editora Corrupio, Salvador-BA
  • Embratel, Rio de Janeiro-RJ
  • EngenhoNovo, Salvador-BA 
  • Fundação Casa de Jorge Amado, Salvador-BA
  • Fundação Clemente Mariani, Salvador-BA
  • Galpão Bar e Restaurante, Salvador-BA
  • Governo do Estado da Bahia - Salvador-BA 
  • IDÉIA 3-BA, Salvador-BA
  • Imagio Produções e Locações Ltda., Rio de Janeiro-RJ
  • Instituto de Hospitalidade, Salvador-BA
  • Link/Bagg Comunicação e Propaganda Ltda., Salvador-BA
  • Magma Cultural Editora Ltda., São Paulo-SP
  • Maianga, Salvador-BA
  • Maria de São Pedro (Restaurante), Salvador-BA
  • Maria Publicidade e Promoções Ltda., Salvador-BA
  • Metalivros, São Paulo-SP
  • Midialog - Mídia Interativa Ltda., São Paulo-SP
  • Museu Carlos Costa Pinto, Salvador-BA
  • Museu da Pessoa Ltda., São Paulo-SP
  • Museu de Arte Moderna da Bahia - MAM, Salvador-BA
  • Museu Náutico da Bahia, Salvador-BA
  • Organização Odebrecht - Salvador-BA, Rio de Janeiro-RJ e São Paulo-SP
    • Odebrecht S.A. (holding)
    • Construtora Norberto Odebrecht - CNO
    • Braskem S.A.
    • OCS-Odebrecht Administradora e Corretora de Seguros Ltda.
    • Fundação Odebrecht
  • Pejota Propaganda Ltda.
  • Praia do Forte EcoResort, Praia do Forte-BA
  • Promoexport-BA, Salvador-BA
  • Propeg-BA, Salvador-BA
  • Prumo Comunicação, São Paulo-SP
  • Sani Filmes & Tapes, Salvador-BA 
  • SEPLAN - Secretaria de Planejamento, Salvador-BA 
  • Solisluna, Salvador-BA
  • Tom Editora e Serviços Ltda., Vitória-ES
  • Termobahia, BA
  • Traduserv, Salvador-BA
  • Versal Editores - Rio de Janeiro-RJ

Canadá

  • York University

Costa Rica

  • Inter-American Board of Agriculture (IICA)

Estados Unidos

  • Hispanic American Historical Review
  • University of North Carolina Press - Chapel Hill (Editora da Universidade de Carolina do Norte)
  • Projeto Quietude da Terra - Nova York
Grã Bretanha
  • Journal of Latin American Studies, Cambridge University Press
  • British Council

Autores traduzidos
Antonio Risério Salvador-BA 
Carybé (in memoriam) Salvador-BA 
Cid Teixeira Salvador-BA 
João José Reis Salvador-BA 
Norberto Odebrecht Salvador-BA 

Tradução de Livros

2011

  • Obra de Vivaldo da Costa Lima (Editora Corrupio)

2010

  • São Paulo Railway — Álbum Estrada de Ferro (Magma Editora Cultural)

2009

  • Carybé, Verger & Caymmi: Bahia's Sea, texto de José de Jesus Barreto (Editora Solisluna para Fundação Pierre Verger)
  • Igreja e convento de São Francisco da Bahia/The Church and Convent of São Francisco in Bahia, de Maria Helena Ochi Flexor e Frei Hugo Fragoso (Odebrecht/Vencedor do Prêmio Clarival do Prado Valladares)
  • Obaràyí, Babalorixá Balbino Daniel de Paula (Barabô Editora e Design Gráfico)

2008

  • Carybé & Verger: Folks from Bahia, texto de José de Jesus Barreto (Editora Solisluna para Fundação Pierre Verger)
  • Friar Vicente do Salvador's History of Brazil, de Maria Lêda Oliveira (Odebrecht/Vencedor do Prêmio Clarival do Prado Valladares, 2007)

2007

  • Escrito na Pedra: cor, forma e movimento nos grafismos rupestres da Bahia/Written on Stone: Color, Form and Movement in the Rock Graphics of Bahia, de Carlos Etchevarne (Odebrecht/Vencedor do Prêmio Clarival do Prado Valladares 2006)
  • Calasans Neto, org. Myriam Fraga (Odebrecht)
  • A Talha Neoclássica na Bahia/Neoclassical Carvings in Bahia, de Luiz Alberto Freire (Odebrecht/Vencedor do Prêmio Clarival do Prado Valladares 2005)

2006
  • Dádiva Esquecida/The Forgotten Boon (Magma Editora Cultural)
  • African Legends of the Orishas, Pierre Verger e Carybé (Editora Corrupio)
  • O Desafio das Águas/The Challenge of Water (Estado da Bahia/Secretaria de Recursos Hídricos - SRH)
  • O Sisal do Brasil/Brazilian Sisal (Sindifibras)

2005
  • De Santos à Jundiaí: nos trilhos do café com a São Paulo Railway/From Santos to Jundiaí: On the coffee tracks with the São Paulo Railway (Magma Editora Cultural)

2004
  • Tambores da Terra/Drums of the Earth - conta a história dos dez primeiros anos do PercPan com texto do antropólogo e historiador Antonio Risério, uma entrevista com o ex-curador do festival, Gilberto Gil, reportagens sobre o evento e imagens de diversos fotógrafos.
  • Gordas, Eliana Kertesz et alii (Editora Corrupio/Rodin Bahia)

2003
  • Death is a Festival, João José Reis (University of North Carolina Press) - versão em inglês de A Morte é uma Festa, ganhador do Prêmio Jabuti.
  • O Livro dos Livros da Biblioteca Real, Lília Moritz Schwarcz (Odebrecht)
  • Azulejos - Reitoria da Universidade Federal da Bahia,  José Valladares, Pedro Moacir Maia (Salvador Monteiro/Odebrecht)
  • Desafios da Engenharia no Portugal, vários autores (Odebrecht)
  • Tinharé, História e Cultura no Litoral Sul da Bahia, Antonio Risério 

[ Outros livros traduzidos pela Five-Star ]


Também traduzimos a revista Odebrecht Informa - English edition

O QUE DISTINGUE A FIVE-STAR

  • Relação de parceria com o Cliente, zelando por sua imagem no Brasil e no exterior. 
  • Profundo conhecimento da linguagem e da cultura do Cliente.
  • Profundo conhecimento das culturas do Brasil, dos Estados Unidos e do Reino Unido. 
  • Satisfação do Cliente com qualidade, prazo e preço 
  • Disponibilidade, vontade e motivação para aceitar desafios. 
  • Capacidade de ir buscar soluções para as necessidades dos Clientes, onde quer que elas estejam. 
  • Criatividade e experiência na produção de serviços sob medida. 
A Five-Star oferece os seguintes serviços:
  • Versões e traduções de textos de português e espanhol para inglês
    ..Trabalhos realizados em Microsoft Word, PowerPoint, Access e Excel; CorelDRAW, etc.; 
    ..Tradução e versão de Home Page (website) e CD-ROM; 
    ..Tradução e versão de textos técnicos, literários e empresariais, inclusive relatórios anuais e sociais; 
    ..Versão, tradução, locução e consultoria para vídeos e filmes. 
     
  • Serviços tradução de website português e espanhol para inglês


  • H. SABRINA GLEDHILL

    Nacionalidade: Inglesa

    Currículum Lattes

    Formação

    • Doutora em Estudos Étnicos e Africanos. Centro de Estudos Afro-Orientais da Universidade Federal da Bahia.
    • Brasilianista (Mestrado em Estudos Latino-Americanos). Formada em 1986 pela Universidade da Califórnia, Los Angeles - UCLA. Estudos multidisciplinares nas áreas de História, Antropologia e Ciência Política do Brasil. Tema aprovado: "Influência do Racismo Pseudo-Científico no Pensamento de Cinco Intelectuais Brasileiros na Época da Abolição." Orientador e presidente da banca examinadora: Dr. E. Bradford Burns. [In memoriam] (Curso incluiu dois anos de estudos da língua portuguesa nos níveis acelerado e avançado) 
    • Letras Inglesas (Bacharelado), formada Summa cum Laude (a mais alta distinção) com Phi Beta Kappa pela UCLA em 1982.
      • Curso incluiu três trimestres de estudos de editoração e redação de livros, curso ministrado por Dr. Ruth Mitchell, e um ano de estágio profissionalizante como assessora da Editora do Centro de Estudos Latino-Americanos da UCLA
      • Estudos adicionais nas áreas da Antropologia e Folclore resultaram na inclusão na prestigiosa sociedade de honra Phi Beta Kappa.
      • Formação prática como jornalista e editora na seção de Artes e Lazer do jornal UCLA Daily Bruin.
    • University College, Londres, Inglaterra. Estudou Arqueologia por dois anos, entre 1974 e 1976 (curso de três anos, incompleto). Participou de escavações no Sul da Inglaterra e na Ilha de North Uist, no litoral ocidental da Escócia. 
    • United Nations International School - UNIS, Nova York. Bacharelado Internacional da ONU. Formada em 1974. Cursos de nível avançado: Letras Inglesas, História, Espanhol.
    • Briarcliff High School - Estado de Nova York. Formada em 1973, com Honras em Letras Inglesas.
    • Caribbean School - Ponce - Porto Rico, até 1968. 

    FORMAÇÃO PROFISSIONAL

    • Matéria: Tradução Simultânea 
    • Local: English For You/Vox Fidelis 
    • Período: Mar/Jul de 1991 (60 h) 
    • Matéria: Tradução - Pós Graduação (Advanced Translation) 
    • Local: Associação Cultural Brasil-Estados Unidos -- ACBEU 
    • Período: Ago/Dec de 1990 (1 semestre) 

    VIDA PROFISSIONAL

    2006 colaboradora da  Enciclopédia da Fotografia do Século XIX, produzida pela editora norte-americana Routledge, projeto coordenado pelo Prof. John Hannavy.

    2006 pesquisadora do Projeto Dicionário Biográfico e Histórico da Bahia, coordenado pela Profa Dra Consuelo Novais Sampaio.

    2004 até a data atual, Co-Autora e Pesquisadora do projeto A Presença Britânica na Bahia (finalista do Prêmio Clarival do Prado Valladares em 2006)

    1994 à data atual, Sócia-Gerente - Five-Star International Communications

    1980 à data atual, Escritora, Tradutora, Pesquisadora (nas áreas de História, Antropologia e Ciência Política)

     


    ASSOCIAÇÕES ACADÊMICAS


    Experiência em Pesquisa Histórica: 

  • Até 1986 (nos Estados Unidos), pesquisas diversas para o mestrado em Estudos Latino-Americanos com ênfase na História, Antropologia e Ciência Política da Bahia na virada do século XIX; Dissertação de Mestrado, “Afro-Brazilian Studies Before 1930: Nineteenth-Century Racial Attitudes and the Work of Five Scholars”, orientada por E. Bradford Burns, e pesquisas sobre relações raciais no Brasil e a vida e obra de Manuel Querino (palestra apresentada na UCLA Center for African-American Studies); 
  • A partir de 1986 (no Brasil): pesquisas sobre Manuel Querino, relações raciais, Capoeira e Candomblé. Atualmente, participa como pesquisadora e autora ou co-autora nos seguintes projetos: um estudo enfocando Manuel Querino, Nina Rodrigues e Martiniano Eliseu do Bonfim; a presença britânica na Bahia e o Cemitério dos Ingleses; a vida e obra do fotógrafo inglês Benjamin Mulock; e as mulheres do Partido Alto, entre outros. 
  • Colaboradora da Encyclopedia of Nineteenth-Century Photography, lançada pela Routledge nos EUA em 2007. 
  • O projeto “Resgate da vida e da obra de Manuel Querino”, de sua autoria, foi finalista do Prêmio Clarival do Prado Valladares em 2005. Seu projeto "A Presença Britânica na Bahia", realizado em colaboração com o arquiteto Ernesto Carvalho, está entre os 5 finalistas para o mesmo prêmio no ano 2006.
  • Pesquisadora do Projeto Dicionário Biográfico e Histórico da Bahia, coordenado pela Prof. Dra. Consuelo Novais Sampaio, produzindo verbetes sobre vários homens públicos.

Trabalhos publicados:  

  • Autora de textos historiográficos e ficção publicados no Caderno Cultural do jornal A Tarde, inclusive artigos sobre o fotógrafo inglês Benjamin Mulock, a imigração britânica e a ligação entre a comunidade inglesa na Bahia e a Revolta dos Malês.  
  • Como colaboradora da Encyclopedia of Nineteenth-Century Photography, que será editada pela Routledge nos EUA, é autora de 9 verbetes curtos (200 palavras) sobre fotógrafos que atuaram no Brasil no século XIX e seu patrono, D. Pedro II, e dois longos (mil palavras) sobre Benjamin Mulock (em co-autoria com John Vignoles) e Guilherme Gaensly.
  • Como pesquisadora do Projeto Dicionário Biográfico e Histórico da Bahia, coordenado pela Prof. Dra. Consuelo Novais Sampaio, está produzindo verbetes sobre vários homens públicos, como Antonio Balbino, Jaime Junqueira Ayres, Eunápio Peltier de Queiroz, Jorge Calmon, Cruz Rios, Rubem Nogueira, André e Artur Negreiros Falcão, Elísio Medrado, Aloysio Short, Augusto Vianna e Manuel Querino
  • Tradutora de mais de 20 livros e vários artigos publicados por jornais conceituados na América do Norte e na Europa, inclusive várias edições culturais da Organização Odebrecht e obras dos historiadores João José Reis, Luiz Henrique Dias Tavares e Flávio dos Santos Gomes, entre outros. 
  • O livro Death is a Festival, a edição norte-americana de A Morte é uma Festa, de João Reis, traduzido por H. Sabrina Gledhill, foi incluído pela revista Choice no ranking dos “melhores dos melhores” títulos do ano nos Estados Unidos em 2005.

     


    Outras realizações:

    Janeiro de 2003, Professora de Inglês, Curso de Pós-Graduáção. UNIFACS - Universidade Salvador

    Julho de 2000 a Janeiro de 2003, Professora de Tradução. UNIFACS - Universidade Salvador

    Agosto de 1995 a agosto de 1996, Coordenadora ABLA '96 / XX Simpósio de Centros Binacionais do Brasil, Salvador - Bahia.

    Março de 1994, Co-Produtora - First World Percussion Panorama (PercPan), Salvador, Bahia.


    Livros traduzidos (destaques):

2011

  • Obra de Vivaldo da Costa Lima (Editora Corrupio)

2010

  • São Paulo Railway — Álbum Estrada de Ferro (Magma Editora Cultural)

2009

  • Carybé, Verger & Caymmi: Bahia's Sea, de José de Jesus Barreto (Fundação Pierre Verger)
  • Igreja e convento de São Francisco da Bahia/The Church and Convent of São Francisco in Bahia, de Maria Helena Ochi Flexor e Frei Hugo Fragoso (Odebrecht/Vencedor do Prêmio Clarival do Prado Valladares)
  • Obaràyí, Babalorixá Balbino Daniel de Paula (Barabô Editora e Design Gráfico)

2008

  • Carybé & Verger: Folks from Bahia, de José de Jesus Barreto (Fundação Pierre Verger)
  • Friar Vicente do Salvador's History of Brazil, de Maria Lêda Oliveira (Odebrecht/Vencedor do Prêmio Clarival do Prado Valladares, 2007)

2007

  • Escrito na Pedra: cor, forma e movimento nos grafismos rupestres da Bahia/Written on Stone: Color, Form and Movement in the Rock Graphics of Bahia, de Carlos Etchevarne (Odebrecht/Vencedor do Prêmio Clarival do Prado Valladares 2006)
  • Calasans Neto, org. Myriam Fraga (Odebrecht)
  • A Talha Neoclássica na Bahia/Neoclassical Carvings in Bahia, de Luiz Alberto Freire (Odebrecht/Vencedor do Prêmio Clarival do Prado Valladares 2005)


    2006
  • Dádiva Esquecida/The Forgotten Boon (Magma Editora Cultural)
  • African Legends of the Orishas, Pierre Verger e Carybé (Editora Corrupio)
  • O Desafio das Águas/The Challenge of Water (Estado da Bahia/Secretaria de Recursos Hídricos - SRH)
  • O Sisal Brasileiro/Brazilian Sisal (Link/Bagg)

  • 2005

  • De Santos à Jundiaí: nos trilhos do café com a São Paulo Railway/From Santos to Jundiaí: On the coffee tracks with the São Paulo Railway (Magma Editora Cultural)


    2004

  • Tambores da Terra/Drums of the Earth - conta a história dos dez primeiros anos do PercPan com texto do antropólogo e historiador Antonio Risério, uma entrevista com o ex-curador do festival, Gilberto Gil, reportagens sobre o evento e imagens de diversos fotógrafos.
  • Gordas, Eliana Kertesz et alii (Editora Corrupio/Rodin Bahia)


    2003

  • Death is a Festival, João José Reis (University of North Carolina Press) - versão em inglês de A Morte é uma Festa, ganhador do Prêmio Jabuti.
  • O Livro dos Livros da Biblioteca Real, Lília Moritz Schwarcz (Odebrecht)
  • Azulejos - Reitoria da Universidade Federal da Bahia,  José Valladares, Pedro Moacir Maia (Salvador Monteiro/Odebrecht)
  • Desafios da Engenharia no Portugal, vários autores (Odebrecht)
  • Tinharé, História e Cultura no Litoral Sul da Bahia, Antonio Risério 


    Outros Livros Traduzidos (destaques entre 1990 e 2002)

    1990

      Bahias (Corrupio/Governo da Bahia); 
    1991
      Angola and the Expression of its Material Culture (Odebrecht); 
    1992
      Education through Work (Odebrecht);
    1993
      Mapa: Images of Brazil’s Territorial Genesis (Odebrecht/Itamaraty), 
      Survival, Growth and Perpetuity -- 2a Edição (Odebrecht), 
      African Gods in the Candomblé of Bahia, Carybé (Governo da Bahia/BANEB)
    1994
      The Voyager’s Brazil (3 vols.) (Odebrecht); 
    1996
      Graminho: Soul of the Saveiro (Odebrecht);
    1998
      The Army in Brazilian History (4 vols.) (Odebrecht); 
      Bahia: Tatuagens/Tattoos (Corrupio);
      Mining in Bahia: Historic Cycles and Current Situation, de Cid Teixeira et alii (SGM/Governo da Bahia);
      Bahia 2000 (Governo do Estado da Bahia/Editora Corrupio);
      Survival, Growth and Perpetuity -- 3a Edição revista e ampliada, de Norberto Odebrecht (Odebrecht);
    1999
      Salvador Cravoneto, Mario Cravo Neto;
    2000 2002
      Salvador: Cidade da Bahia, Marisa Vianna, Cid Teixeira et alii.


    Revistas:

    • Odebrecht Informa (English Edition), setembro de 1991 à data atual 

    Revisão de textos em inglês (destaques):

    • Carybé (Odebrecht), 
    • Historical and Monumental Northeast-IV (Odebrecht) 
    • Retratos da Bahia, Pierre Verger (Corrupio)
    • O Mensageiro/The Go-Between, Pierre Verger (Fundação Pierre Verger)

    Outros destaques:

    • Relatório Anual da Organização Odebrecht, 1989 à data atual; 
    • Relatório Anual do BANEB, 1991 a 1996; 
    • Vídeos Institucionais da Odebrecht, 1989 à data atual; versão para o inglês e legendas de locução de vídeo para vários clientes. 
    • CD-ROM e Totem da Organização Odebrecht, 1996 à data atual. 
    • 1984 a 1986: Copy-Desk e Revisão de Livros (Freelance) 
    • Clientes: University of California Press - Los Angeles; UCLA Native American Studies Center. 
    • 1984 a 1986: Editora UCLA Afro-American Studies Center. Coordenou a produção do livro Black Folk Here and There (vol. I), de St. Clair Drake, e revisou Castro, the Blacks and Africa, de Carlos Moore, e Black Characters in the Brazilian Novel, de Giorgio Marotti, entre outros livros e publicações. 
    • 1982 a 1984: Estagiária / Assessora UCLA Latin American Studies Center Publications Department. Redigiu e produzuiu o boletim do departamento, revisou a revista Latin-American Lore, revisou o livro Bibliografia Brasiliana de Borba de Moraes e outros livros. Colaborou no projeto Hispanic-American Periodicals Index (HAPI). 
    • 1981 a 1986: Jornalista Clientes: ROCK Magazine, Hollywood Progress, Games People. 
    • 1980 a 1983: Repórter e Editora UCLA Daily Bruin. Responsável por uma equipe de 10 jornalistas e pela editoração computadorizada da seção de artes e lazer do jornal. 


    Informática e Internet:
    • Microsoft Word; 
    • PowerPoint; 
    • Access e Excel; 
    • Corel Draw;
    • HTML. 

      LÍNGUAS
      Inglês - Nativo culto 
      Português - CELPE/Bras* Avançado
      Espanhol - Fluente (Lê, Fala e Escreve)

      *Certificado de Proficiência em Língua Portuguesa para Estrangeiros

      info (arroba) 5star.com.br

      Topo




ARTIGOS DE H. SABRINA GLEDHILL

VOCÊ ACEITA UMA OVERTABLE?

Há pouco tempo, chamaram minha atenção ao website do Departamento de Turismo de um país latino-americano. Escrito em seu próprio idioma, o espanhol, fornecia também versões em inglês e português. A língua de Shakespeare encontrava-se num estado lastimável ("renovable visas" e outros tantos), mas o que mais me impressionou foram as reações de brasileiros quando testemunharam o massacre da língua de Camões. Variavam do escárnio à raiva. Aí, me perguntei, será que a maioria dos brasileiros sabe como e quanto o inglês e o espanhol são massacrados nas versões realizadas em seu país? 

Existem mais pessoas no mundo que falam o inglês como segunda língua do que ditos nativos. Portanto, aqueles que "nascem" falando o inglês não só perdoam sotaques (eufemismo para má pronúncia e erros de gramática) como acham cute (bonitinho) e até románticos ou sexy, por exemplo, nos casos de Sônia Braga ou Antonio Banderas. Mas, convenhamos, uma grande empresa ou órgão do governo não ficaria nem um pouco contente se um relatório anual ou livro de arte seu, que representa um farto investimento na sua imagem, fosse considerado, na melhor das hipóteses, cute. Se quiserem ser levados a sério e até evitarem o ridículo no mercado globalizado, é preciso certificar que o seu inglês seja "para inglês ver". Por que isto é difícil? 

 Para a maioria das pessoas físicas e jurídicas, contratar um tradutor para verter um texto é parecido com um cego ou míope que contrata alguem para pintar sua casa. Como é que ele pode certificar que seu domicílio foi pintado de azul claro, como combinaram, e não de roxo ou rosa choque? Naturalmente, a resposta é óbvia: contratando uma pessoa de confiança e conferindo com terceiros que enxergam bem. Ao contrário, só descobrirá o mau resultado quando ouvir as risadas e até piadas daqueles que passam em frente à casa. 

Mas isto é apenas uma face da moeda. O tradutor seria melhor comparado a um artista plástico que a um pintor de paredes. O artista pode ser daqueles que "pintam pelos números", retratando cada feição do modelo com fidelidade fotográfica, mas deixando de mostrar o conjunto e até a alma da pessoa. Se tiver talento, experiência e instrução, será daqueles que interpretam, recriam e espelham o modelo, produzindo uma obra que é uma festa para os olhos. Quando o tradutor se prende às palavras, o significado se perde de vista. E muitas palavras são amigas da onça – por exemplo, a palavra "azul" só pode ser vertido para o inglês como "blue" quando, de fato, se trata de quadros, paredes etc. Os significados que fogem do pé da letra são muito diferentes. Em outros contextos, a palavra "blue" pode ser "triste" ("I'm blue"). Pode também significar "pornô" quando se trata de cinema ("blue movies"). O comprador que se cuide… 

 É necessário, portanto, um profundo conhecimento das nuanças e da cultura da língua alvo, alem do idioma em si. Infelizmente, muitos tradutores que fazem ótimas traduções para o português tropeçam nas palavras quando realizam versões. Certa feita, fui convidada a verter as legendas de um livro para o inglês. Quando surgiu uma dúvida quanto à versão de um termo no miolo (para manter a uniformidade), estranhei a resposta e o cliente pediu que eu revisasse o livro inteiro. Estava um horror. No sentido figurado, traduzia "sobremesa" como "overtable"! Como isto podia acontecer? O tradutor apresentara um ótimo currículum, mas o trabalho estava pessimo. Com muito trabalho e despesa, por parte do cliente arrasado, o problema foi resolvido às vesperas da edição do livro. Desta vez, a história teve um "happy ending". 

Espero que tenha lançado uma semente de dúvida quanto à qualidade das versões para línguas estrangeiras produzidas no Brasil e na Bahia, salvo ilustres exeções. Mas também gostaria de oferecer algumas soluções. A longo prazo, sugiro a implementação de cursos de tradução e um sistema de certificação profissional reconhecida em todo o país. Na Inglaterra, os tradutores fazem uma prova e os aprovados recebem um certificado ou diploma que serve para comprovar suas qualificações. No Canadá, o profissional qualificado tem que ser bacharel em tradução. Isto seria o ideal. Por enquanto, voltamos à metáfora do cego e o pintor. Primeiro, o contratante deve pedir o currículum e as referências do candidato; segundo, pede-se uma amostra, com preferência, do trabalho a ser realizado, o que deve ser avaliada por um terceiro isento e, naturalmente, qualificado. 

 Afinal, realizar uma boa versão ou tradução é questão de bom conhecimento de línguas, boa redação e, o que é fundamental, um profundo entendimento das culturas do escritor e do leitor. Assim como o bom artista plástico precisa de mais que pincel e tinta, ser bilingüe é só o começo! 


TRADUTOR, TRAIDOR (OU TRAÍDO)?

O caro leitor já leu a Bíblia? Se a resposta é sim, com certeza, tratava-se de uma tradução, a não ser que domine o grego ou o aramaico. Esse texto sagrado dos cristãos já foi vertido para quase todas as línguas conhecidas – e algumas praticamente desconhecidas, o colecionador e amigo Cid Teixeira que o diga. Somente na língua inglesa, os fiéis e estudiosos podem escolher de uma gama de versões, que vai da poética tradução encomendada pelo Rei James, a várias outras ditas atuais e até políticamente corretas. 

De outro lado, qualquer brasileiro que pretende estender seus conhecimentos e cultura para além da rica literatura de sua própria língua tem duas alternativas – tornar-se poliglota ou entregar-se às mãos de um tradutor para ler o repertório obrigatório de obras clássicas da literatura universal, como Shakespeare (inglês antigo), Tolstoi (russo), Victor Hugo (francês) e Garcia Marques (castelhano). 

Mas não são apenas aqueles que se dedicam às palavras divinas ou à cultura que dependem dessa mal-compreendida classe, a dos tradutores. Quase tudo que se passa no telão e até na telinha precisa de legendação ou dublagem. Além de romances, gibis, notícias do mundo publicadas nos jornais, colhidas de agências internacionais como a AP ou a Reuters. Enfim, uma grande parte do dia a dia de todas as classes sociais e todos os níveis intelectuais depende da arte e do ofício da tradução. 

Então, como é que, ao menos no Brasil, essa tremenda responsabilidade é entregue a uma classe pouco valorizada? (O tradutor é considerado um reles “técnico”; não chega a ser visto como um profissional de nível superior.) São artistas e artesãos que, mesmo quando devidamente qualificados – a estas qualificações chegaremos em breve – geralmente carecem das mínimas condições necessárias para realizarem um bom trabalho. Em outras palavras, precisam de tempo suficiente para pesquisa e remuneração compatível com as exigências do dia de hoje, porque o tradutor bem equipado, no mínimo, precisa de um micro-computador tipo Pentium, várias modalidades de software permanentemente atualizadas, telefax, telefone – no mínimo duas linhas, uma para voz e outra para Internet e telefax – e acesso à Internet, já que o correio eletrônico vem superando os meios tradicionais de recebimento e entrega de trabalhos. 

Quanto às pressões de tempo, nenhum exemplo é melhor do que o tão criticado tradutor de filmes. Convenhamos, por exemplo, que na legendagem e na dublagem frequente- e famigeradamente erram, traduzindo o “sim” como “não” e até “perna” como “velório”! Mas nem por isso posso criticar a estes colegas (sim, eu também pertenço a esta tão desprezada classe), porque sei que o trabalho deles (ou delas) geralmente é realizado no tempo necessário para passar o filme! 

Frequentemente, e esta situação não se limita ao Brasil, a pessoa física ou jurídica que precisa de uma tradução acredita nos seguintes mitos: 

1. o primo de Fulano pode fazer o trabalho muito bem, porque cursou dois anos de “High School” nos Estados Unidos na década de 80, ou passou três anos na Inglaterra quando criança e “fala quase sem sotaque.” 
2. um trabalho realizado em três meses a oito mãos por uma equipe multidisciplinar pode ser traduzido por uma pessoa em três dias (ainda mais se for pelo primo de Fulano!). 
3. um bom tradutor pode realizar seu trabalho na hora, até por telefone, sem dicionários ou outras fontes de referência. 
4. um tradutor competente se encontra em qualquer lugar (apesar de definirmos como capaz o tradutor que possui um conhecimento profundo das duas línguas, tem nível superior, pelo menos na língua alvo; tem excelente capacidade de interpretação de textos, trabalha rápidamente e com precisão, dispõe de equipamentos de ponta e sempre cumpre os prazos nem sempre negociados). 
5. quem sabe traduzir de uma língua para outra (digamos, do português para o inglês) pode trilhar o caminho inverso (do inglês para o português) com a mesma facilidade. 
6. os tradutores em breve serão substituidos pela informática. 

Somente quando esses mitos forem erradicados e os profissionais que se dedicam à tradução como arte e ofício devidamente respeitados, poderemos dizer que o tradutor, antes traído pelo preconceito e a falta de informação, passará a ser um verdadeiro aliado da comunicação, do bom entendimento e da cultura universal.

H. Sabrina Gledhill é inglesa, radicada na Bahia desde 1986. Além de tradutora (com muito orgulho) e brasilianista, com Mestrado na área de Estudos Latino-Americanos da Universidade de Califórnia em Los Angeles – UCLA, também é Bacharel em Letras Inglesas e Bacharel Internacional da ONU. Ao longo de sua carreira, traduziu para o inglês várias publicações culturais e outras, editadas no Brasil e no exterior. Antes de fixar-se no Brasil, trabalhou como jornalista e editora nos Estados Unidos.

Artigo publicado no jornal A Tarde em 24 de julho de 1998

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